Marcas Rotary em produtos: o que pode fazer e o que exige autorização
T-shirts, polos, bonés, canecas, pins e flâmulas fazem parte da vida de muitos clubes. Podem identificar uma equipa num projeto, ser oferecidos a convidados ou ajudar numa angariação de fundos. Antes de fazer a encomenda, há duas coisas a confirmar: que logótipo que deve ser usado e quem está autorizado a reproduzi-lo.
Imagine que o seu clube quer mandar fazer 30 polos para os associados usarem num projeto. O primeiro passo deve acontecer no Brand Center, onde são disponibilizados os modelos atuais dos logótipos.
É aí que cada Rotary, Rotaract ou Interact Club pode criar ou atualizar o seu logótipo oficial, colocando o nome do clube junto da respetiva marca. Este é o logótipo que deve identificar sempre o clube nas suas atividades, eventos e materiais.
A Assinatura da Marca Mãe, formada pela palavra Rotary e pela roda dentada (a Marca de Excelência), identifica o Rotary Internacional. Para promover localmente um clube, usa-se o logótipo personalizado do clube e não essa Assinatura isoladamente.
Escolher o fabricante
Aqui surge uma regra que nem sempre é conhecida. O logótipo, criado no Brand Center, pode ser usado pelo clube, mas contém Marcas do Rotary, que pertencem ao Rotary Internacional. Por isso, o clube não pode simplesmente enviar o ficheiro para qualquer gráfica, empresa têxtil ou fabricante de brindes e autorizar a sua reprodução em produtos.
Fique a par de tudo, sobre este e outros temas, na Revista Rotary Portugal de setembro/2026.

